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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Descoberto fragmento jebuseu que remete à época de Davi e Salomão

Um pequeno fragmento de argila descoberto em Jerusalém reforça ainda mais a historicidade do relato bíblico sobre os primeiros reis de Israel.

Nos últimos anos, uma série de descobertas arqueológicas têm corroborado a historicidade da narrativa bíblica sobre os reinados de Davi e Salomão. Uma das maiores descobertas, anunciada há exatos 8 anos - em 5 de agosto de 2005 - é a do Palácio do Rei Davi, cujas escavações, próximas ao Monte do Templo em Jerusalém, foram concluídas há pouco mais de um mês. A descoberta do Palácio de Davi foi matéria de capa do jornal "Mensageiro da Paz" (CPAD) de setembro de 2005, que trazia inclusive uma foto da arqueóloga Eilat Mazar, da Universidade Hebraica de Jerusalém, dentro das ruínas de um dos cômodos do Palácio.

A Dra. Eilat Mazar liderava o projeto da escavação desde o final dos anos 90. Ela foi também quem anunciou a descoberta da semana passada de um fragmento de um jarro de cerâmica com uma inscrição em hebraico antigo que faz referência à época de Davi e Salomão.

Mazar ressalta que a inscrição no fragmento de cerâmica está escrita em uma forma “protocananeia” e seria obra de alguém que não era judeu, mas vivia em Jerusalém, possivelmente um jebuseu, povo que era parte da população de Israel no tempo dos reis Davi e Salomão. Essa seria a primeira prova dea um reconhecimento do reinado de Davi fora da tradição dos israelitas.

“Eu trabalho com a Bíblia em uma mão e as ferramentas de escavação na outra”, disse Mazar. ”A Bíblia é a fonte histórica mais importante”, comemora.

Douglas Petrovitch, da Universidade de Toronto, é um especialista bíblico. Ele afirma que a inscrição, de fato, está em hebraico e remete à época dos primeiros reis de Israel.

“As letras da inscrição coincidem com os de inscrições contemporâneas, muitas das quais formam palavras que são claramente parte da língua hebraica. O hebraico era predominante em Jerusalém no século 10 a.C., o que coincide com a cronologia bíblica do tempo de reinado de Davi e Salomão”, explica.


Fonte: Missão em Cristo

Menino indiano que nasceu com rabo é adorado como Deus

É incomum, mas as pessoas me respeitam e se curvam diante de mim. Eu me sinto especial, diz garoto portador de meningocele.

Na índia, o menino Arshid Ali Khan vem sendo tratado como a encarnação viva do deus Hanuman. Tudo isso porque ele nasceu com um rabo.
De acordo com informação divulgada no blog pagenotfound, em entrevista a um jornal local o menino declarou "Eu amo o meu rabo. Ele é um presente de Deus. É incomum, mas as pessoas me respeitam e se curvam diante de mim. Eu me sinto especial”.

Fé x Ciência
Devotos de todos os lugares transformaram a casa do garoto num verdadeiro templo, cotidianamente as pessoas vão à residência do “menino de rabo” para oferecem presentes e dinheiro em troca de bênçãos.

Por outro lado, especialistas explicam que Arshid Ali Khan sofre de meningocele, uma espécie de hérnia que é produzida em consequência de um defeito ósseo e que faz a espinha crescer de forma anormal. 

De acordo com os médicos o rabo deveria ser removido para prevenir problemas na vida adulta do indiano, mas de acordo com a rede social Nairaland, o menino e a família não pretendem retirar.

Famosa sofria de meningocele

A cantora Kesha, semana passada, revelou à revista britânica "Heat" que também nasceu com um rabo, mas o removeu ainda criança. 

"Eu tinha um rabo quando eu nasci. Era um rabo pequeno, menos de um centímetro. Então o cortaram e roubaram o meu rabo. Isso aconteceu quando eu era criancinha. Fico bem triste com essa história", disse ela.

Além de declarar que nasceu com um rabo a famosa já alegou ter feito sexo com um fantasma.


Fonte: Missão em Cristo

sábado, 3 de agosto de 2013

Evangélicos e religiosos reagem à sanção de lei para vítimas de estupro

A presidente Dilma Rousseff sancionou lei que obriga o SUS a dar pílula do dia seguinte e orientação em caso de estupro. Isto fez com que a Bancada Evangélica e religiosos se manifestassem. O Ministro da Saúde disse que os médicos com convicções religiosas poderão não receitar a pílula do dia seguinte. 
A presidente Dilma Rousseff sancionou sem vetos a lei que obriga a rede pública de saúde a atender mulheres vítimas de violência sexual. O SUS terá que oferecer à vítima pílula do dia seguinte. A nova norma revoltou religiosos.
Em entrevista o Ministério da Saúde Alexandre Padilha disse que os médicos e profissionais religiosos poderão não receitar o medicamento se não quiserem,  e poderão encaminhar o caso para outros profissionais da área. 
A reação dos religiosos repercutiu na internet, foi o caso do pastor e Deputado Marco Feliciano que faz parte da Bancada Evangélica dizendo que a “Dilma com sua assessoria e sua caneta rasga o documento assinado e entregue aos evangélicos/católicos prometendo q nunca aprovaria o aborto.”
Para a bancada evangélica, o texto abriria brechas para ampliar casos de aborto. No entanto, o Ministério da Saúde afirma que o termo profilaxia refere-se ao uso da chamada “pílula do dia seguinte”, medicação que evita a fecundação do óvulo (em até 72 horas após a relação sexual) e não tem poder para interromper uma gestação.
O texto foi sancionado na íntegra e passa a valer em 90 dias, mas, para não deixar dúvidas, o Executivo anunciou que enviará novo projeto de lei substituindo a expressão “profilaxia da gravidez” por “medicação com eficiência precoce para prevenir gravidez resultante de estupro”.
Mesmo após o anúncio do ajuste, o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, deputado Marco Feliciano (PSC-SP), criticou a sanção no Twitter, argumentando que a palavra “profilaxia” é “dúbia” e pode dar abertura para que abortos sejam realizados em estágios mais avançados da gravidez.
A FEB -Federação Espirita do Brasil também se manifestou através de uma nota em seu site dizendo que “a nova lei gera ambiente depreocupação com relação à efetiva defesa da vida, desde a concepção”.
Assista vídeo matéria do Jornal do SBT pela repórter  Luciana Marques


Fonte: Inforgospel

Descoberta de fragmento da “cruz de Cristo” é questionável

Segundo uma das tradições da Igreja Católica, Helena, mãe do Imperador Constantino, liderou uma busca à cruz de Jesus no ano de 325. Ela teria encontrado três cruzes numa gruta, sob o local de sua crucificação.
No tempo de Jesus o local era uma pedreira desativada, de onde eram tiradas as pedras usadas na construção civil. As três cruzes seriam iguais, então como definir qual era a de Cristo.  Trouxeram uma menina morta e a colocaram sobre as cruzes, nas duas primeiras nada aconteceu. Porém, na terceira a menina ressuscitou. Estava comprovada que aquela era a verdadeira.
Posteriormente, a cruz foi dividida em partes, uma delas permaneceu em Jerusalém e as outras foram enviadas para líderes religiosos em Roma e Constantinopla (atual Istambul).
Os primeiros registros escritos sobre a história de Helena encontrando a “Verdadeira Cruz” surgiram no final do século IV. Durante a Idade Média, muitos pedaços da cruz e cravos usados para a crucificação foram declarados autênticos e comercializado como “relíquias santas” por mercadores e religiosos.
Essas peças surgiram em quantidade tal que no século IV, o sacerdote conhecido como São Cirilo de Jerusalém disse ironicamente que o mundo inteiro “é preenchido com pedaços de madeira da cruz.” Mais tarde, o teólogo protestante João Calvino, um cético das relíquias religiosas do século XVI, afirmou que “se recolhêssemos todos os fragmentos encontrados (da cruz de Jesus) seria possível construir com eles um navio de grande porte. ”
escavacao cruz de cristo
Mais recentemente, em 1981, uma série de pedaços da cruz e pregos usados ​​na crucificação foram encontrados dentro de um baú com 2.000 anos de idade.
Hoje, arqueólogos da Turquia divulgaram ter encontrado um pequeno pedaço da cruz. Ele estava dentro de uma urna de pedra, em Sinop, Turquia. Dentro da Igreja Balatlar, construída  no século VII. Agora, testes estão sendo realizados para determinar a sua autenticidade.  Se a história de Helena é verídica, então esse pode ser o pedaço enviado a Istambul, durante muito tempo a capital do Império Romano do Oriente.
O líder da atual expedição, professor Gülgün Koroglu declarou:  ”Nós descobrimos um objeto santo em uma urna. É um pedaço de uma cruz, e achamos que fazia parte da cruz em que Jesus foi crucificado. Esta urna de pedra é muito importante para nós. Ela tem uma história e é o artefato mais importante que já descobrimos até agora”.
A suspeita de autenticidade se daria por que existem cruzes que foram esculpidas nas laterais da urna. Koroglu conta que ele e sua equipe começaram a trabalhar em 2009 no local ao redor da Igreja Balatlar, construída no ano 660. Essa escavação já descobriu mais de 1.000 esqueletos.
A descoberta de relíquias bíblicas não é novidade mesmo no século 21. Em 2011, um grupo de exploradores de Hong Kong e da Turquia disseram ter encontrado a localização da famosa Arca que Noé, no monte Ararat, Turquia. Pouco tempo depois, ficou comprovado que a descoberta era falsa e estava sendo usada como propaganda pelo governo da Turquia, que financiou parcialmente a expedição. Com informações Daily Mail e Protestante Digital.
Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Novo presidente do Irã diz que Israel é “chaga que deve ser removida”

Hassam Rowhani, presidente recém eleito do Irã, disse em discurso que Israel é uma “chaga que deve ser removida”. Rowhani tomará posse no próximo domingo (4) mas já demonstra que a política iraniana com relação ao Estado judaico não mudará.
“O regime sionista é uma chaga que se estabeleceu no corpo do mundo muçulmano por anos e deve ser removida”, disse Rouhani.
Ele substitui Mahmoud Ahmadinejad que, discursando no mesmo evento, afirmou existir “uma tempestade no Oriente Médio” para eliminar Israel que, para ele, não tem lugar na região. Ahmadinejad marcou seu mandato pelas declarações polêmicas, como a negação do Holocausto.
Rowhani mostrou pessimismo em relação às negociações de paz entre os israelenses e os palestinos. “Israel continua com sua natureza agressiva e as negociações são uma boa oportunidade para projetar uma aparência pacífica”, afirmou.
O canal estatal Press TV acusou as agências de notícias iranianas de distorcerem a frase de Rowhani e que ele teria dito:
“Existe uma ferida há muitos anos no corpo do mundo islâmico sob ocupação da terra sagrada da Palestina e de nossa amada Al Quds [Jerusalém para os islâmicos]“.
Nesta sexta, a televisão estatal iraniana mostrou centenas de milhares de pessoas desfilando em cidades de todo o país cantando “Morte a Israel” e “Morte à América”. A manifestação faz parte do dia de Al Quds, data celebrada no Irã desde 1979, ano da Revolução Islâmica.
Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel criticou as palavras do novo líder iraniano.
“Ainda que os iranianos neguem depois destes comentários, isto é o que ele pensa e reflete os planos do regime”.
“O presidente mudou, mas os objetivos do regime continuam os mesmos: conseguir armas nucleares para ameaçar Israel, o Oriente Médio e a paz mundial. Não devemos permitir que um Estado que ameaça Israel tenha armas de destruição em massa”, disse Netanyahu.
Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Caos: Câmara do Uruguai aprova venda de maconha

A Câmara do Uruguai aprovou uma medida que libera a venda de maconha no país. A proposta teve aderência de 50 dos 96 deputados da Casa e segue para apreciação no Senado. Se o texto virar lei, o Uruguai será o primeiro país do mundo a permitir a comercialização da droga.
Outras nações como Estados Unidos, Holanda e Espanha permitem a produção, o cultivo em clubes e o consumo controlado da maconha. A venda, no entanto, seria uma exclusividade do Uruguai.

O projeto uruguaio foi lançado em junho de 2012 e conta com o apoio do presidente do país, José Mujica. O governo segue as ideias da Comissão Global de Política de Drogas, que tem entre seus representantes o ex-presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso, César Gaviria, ex-presidente da Colômbia, e Ernesto Zedillo, ex-presidente do México.

Dilma sanciona projeto que pode “legalizar o aborto”

Nesta quinta-feira (1º) a presidente Dilma Rousseff sancionou o PLC 03/2013, transformando em lei o projeto que garante uma série de atendimentos para mulheres vítimas de estupro, incluindo a profilaxia da gravidez, ou seja, procedimentos médicos que impedem uma possível gravidez em casos de relações sexuais sem consentimento.
A proposta foi aprovada na Câmara e no Senado Federal e enfrentou críticas somente quando grupos ligados à defesa da vida alertaram para alguns artigos e incisos contidos no projeto que poderiam ampliar este atendimento para mulheres que não tenham sido vítimas de abuso sexual.
Dilma não fez nenhum veto ao texto que passa a valer como lei dentro de 90 dias após a publicação no Diário Oficial, o que será feito nesta sexta, mas desde então a mulher vítima de violência sexual já poderá ir até um hospital da rede pública solicitar os serviços garantidos pela nova lei, que inclui também o atendimento psicológico.
O Ministério da Saúde afirmou que o método a ser usado nesses casos para impedir que a mulher abusada sexualmente engravide será a chamada “pílula do dia seguinte” que já é entregue nos postos de saúde mesmo sem a prescrição médica. A medicação evita que o óvulo seja fecundado desde que seja ingerida em até 72 horas após a relação sexual.
Ao aprovar o PLC 03/2013, a presidente ignora o pedido feito pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Federação Espírita do Brasil, Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política, Movimento Nacional da Cidadania pela Vida Brasil sem Aborto, Confederação Nacional das Entidades de Família e Associação Nacional da Cidadania pela Vida que foram até a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, solicitar o veto ao projeto.
Fonte: Gospel Prime