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sábado, 25 de maio de 2013

Vidas são transformadas no deserto do Atacama

Missionários caminham à beira de precipícios e enfrentam mudanças bruscas de temperatura para levar o Evangelho
O casal missionário pastor Claudinei e Priscila Godoi enfrentam situações extremas para anunciar o Evangelho às comunidades isoladas do deserto do Atacama, na localidade de Arica, no Chile. Os missionários caminham à beira de precipícios e enfrentam mudanças bruscas de temperatura. Mas apesar da aridez do deserto, eles têm visto vidas serem transformadas, e isso os encoraja a prosseguir anunciando Cristo naquele lugar.

Em Arica, um senhor chamado Paulo tem impressionado os obreiros por sua sinceridade e desejo de ser tocado por Deus. Paulo era uma pessoa rancorosa e que não conseguia segurar seus impulsos quando se sentia ofendido. Hoje é uma nova pessoa.

“As visitas me fazem bem, tocam o meu coração e sou confrontado com a verdade da Palavra de Deus”, disse Paulo, por quem os missionários pedem oração.

O casal também conta o caso de Anita, crente em Jesus Cristo, mas que luta para sobreviver. Ela mora com o marido e os dois filhos em uma casa simples, com duas horas de energia elétrica por dia e pouca comida na geladeira.

“Deus nos escolheu não apenas para sermos recebedores de sua graça, mas para levá-la a outras pessoas”, diz o missionário. “Não posso acumular o consolo e os benefícios que recebi como uma espécie de relíquia espiritual, pois fomos chamados para compartilhar o que recebemos”, acrescenta.

Os missionários também pedem oração pela irmã Ruth, da Igreja do vale de Caleta Vitor. Ruth tem um problema de saúde que, se não for tratado, pode matá-la. Seu estado emocional é frágil e ela chora facilmente.

“Interceda por Ruth e sua família, mas também por Rojelio e Zita, missionários locais, pois com grande sacrifício e dedicação, estão sempre ao lado dos camponeses e sofrem com eles suas angústias”, conta o Pr. Claudinei.

Nesta semana, a missionária Priscila Godoi recebeu a notícia do falecimento de seu pai, o irmão Arvido Karklis, homem temente a Deus e que se empenhou arduamente na expansão do Evangelho.

“Sentimos sua falta, contudo fica o grande exemplo e as memórias dos preciosos dias de outrora”, lamenta pastor Claudinei. “Devemos caminhar firmes nos propósitos de Deus, certos de que a bênção de Cristo se faz presente quando somos privados daqueles que amamos”, acrescenta.

Pastor Claudinei pede oração por sua esposa e familiares, para que Deus conforte seus corações.
 
Fonte: Junta de Missões Mundiais

Divulgação: 
CPADNEWS

Palestinos colocam bandeira nazista sobre mesquita perto de Hebrom

Rachel Avraham/United With Israel
Residentes judeus da Judeia e Samaria ficaram chocados ao verem uma bandeira nazista tremulando sobre uma mesquita na vila palestina de Beit Omar perto de Hebrom na segunda-feira. A bandeira estava visível para milhares de cidadãos israelenses que passavam pela mesquita a caminho de Hebrom para trabalhar.
Uri Arnon, que viu a bandeira, disse à Agência Noticiosa Tazpit: “Senti como se eu estivesse voltando 75 anos atrás, perdendo nosso controle da terra. Os árabes não mais sentem necessidade de esconderem suas tendências assassinas, anunciando em voz alta que eles desejam nos destruir.”
Aryeh Savir da Agência Noticiosa Tazpit noticiou: “A resposta mais recente da Secretaria de Coordenação de Atividades Governamentais nos Territórios (SCAGT) das Forças de Defesa de Israel é que eles estão esperando que os membros da empresa palestina de eletricidade entrem e removam a bandeira, pois ela está tremulando nos fios de eletricidade.”
Independente se a bandeira permanecerá ali ou não, o fato de que uma bandeira nazista foi colocada sobre uma mesquita palestina é um lembrete sinistro de como certos nacionalistas palestinos têm demonstrado apoio manifesto ao nazismo, assim revelando mais uma vez que eles não têm nenhuma intenção de coexistir pacificamente com Israel.
Aliás, a Fundação Walid Shoebat, que é dirigida por um palestino chamado Walid Shoebat (que no passado foi um terrorista da OLP, mas em recentes anos se tornou defensor de Israel), afirma que tais ações palestinas não deveriam surpreender nenhum de nós. Ele diz que o fato de que uma bandeira nazista esteja tremulando sobre uma mesquita palestina “deveria ser de conhecimento público, mas é continuamente ignorado — os fundamentalistas islâmicos e os nazistas têm a mesma mente. Que uma bandeira nazista tremulando numa vila palestina perto de uma mesquita deveria realmente ser menos chocante do que o fato de que tantos estão chocados com ela.”

O grande mufti da Palestina e Hitler

Na década de 1930 o líder islâmico (grande mufti) Haj Amin Al Husseini, que estava diretamente envolvido nos tumultos de 1929 que destruíram a antiga comunidade judaica de Hebrom, desenvolveu uma aliança muito íntima com a Alemanha nazista. O grande mufti e seus seguidores gostavam tanto de Hitler que eles até adotaram as saudações nazistas, agitavam retratos de Hitler nos comícios e colocavam suásticas em seus materiais escritos, enquanto os nazistas retribuíam dando bolsas de estudos para estudantes árabes, contratando árabes em firmas alemães e convidando líderes árabes para comícios nazistas numa época em que os judeus que haviam vivido dentro da Alemanha a vida inteira eram proibidos de ter tais oportunidade.
Aliás, o mufti estava na folha de pagamento dos nazistas como um agente e propagandista, e os nazistas estavam ativamente envolvidos na formação de ligações com os meios de comunicação árabes, cujo legado anti-judeu que começou por volta da época do Holocausto dura até os dias de hoje. O grande mufti estava por trás da Grande Revolta Árabe de 1936-1939 e das inúmeras operações terroristas árabes mirando os judeus de Israel; ele estava envolvido com o massacre Farhud de membros da comunidade judaica de Bagdá em 1941; ele incentivou ativamente os governos europeus a transportarem os judeus para campos de concentração e não permitirem que os judeus deixassem a Europa; e ele estava envolvido no treinamento de forças militares bósnias pró-nazistas, que cometeram incontáveis atrocidades. Ele também contrabandeava saques nazistas para os países árabes.

Ligações atuais

De acordo com o Observatório da Mídia Palestina: “Na sociedade palestina, o nome Hitler não carrega o estigma que carrega no Ocidente. Tanto as revistas do Hamas quanto os jornais do Fatah, da Palestina, escrevem favoravelmente acerca de Hitler. Para alguns palestinos, o homem e seu nome são dignos de admiração. Embora possa provocar surpresa para observadores ocidentais ver fontes palestinas oficiais apresentando Hitler como um herói, é importante notar que a repulsa a Hitler que é comum no Ocidente não recebe a mesma reação na sociedade palestina. Há até palestinos cujo primeiro nome é Hitler.”
Por exemplo, um artigo em Al Hayat Al Jadida escrito não muito tempo atrás por Hassan Ouda Abu Zaher declarou: “Se Hitler tivesse vencido, o nazismo seria uma honra e as pessoas estariam competindo para se tornar membros dele. Ele não seria uma desonra punível por lei. Churchill e Roosevelt eram alcoólatras, e em sua juventude foram questionados mais de uma vez por brigas que eles iniciaram em bares, enquanto Hitler odiava o álcool e não era viciado a ele. Ele costumava dormir cedo e acordar cedo, e era muito organizado. Esses fatos sofreram uma desordem também, e Satanás recebeu asas de anjos.”  
De fato, tremular uma bandeira nazista sobre uma mesquita palestina representa meramente a manifestação mais recente do descarado apoio do movimento nacional palestino em favor da ideologia nazista.

Fonte: Julio Severo

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Igreja Católica faz acordo milionário com vitimas abusadas quando crianças por religiosos


Acordo entre uma Ordem da Igreja Católica e 400 vitimas de abusos sexuais cometidos por religiosos foi fechado no dia 23/05. O valor fixado em 16,5 milhões de dólares corresponde aos atos cometidos no final da década de 40, inicio dos anos 50 até a déAcordo entre uma Ordem da Igreja Católica e 400 vitimas de abusos sexuais cometidos por religiosos foi fechado no dia 23/05. O valor fixado em 16,5 milhões de dólares corresponde aos atos cometidos no final da década de 40, inicio dos anos 50 até a década dos anos 80, como alega vitimas. -Confira e comente…
Uma ordem da Igreja Católica concordou em pagar 16,5 milhões de dólares para mais de 400 adultos que disseram ter sido abusados sexualmente quando crianças por líderes religiosos, anunciaram as partes nesta quinta-feira em declarações separadas.
As vítimas alegaram abuso em escolas e creches pertencentes aos grupos Christian Brothers e Christian Brothers da Irlanda em 17 Estados norte-americanos e no Canadá a partir de fim dos anos 1940 ou início dos anos 1950 até a década de 1980, disse James Stang, um advogado que representa os acusadores.
O acordo alcançado no tribunal de falências dos Estados Unidos também permite que as vítimas busquem mais ativos do Christian Brothers, como imóveis ou indenizações de seguros, disse Stang.
Uma comissão representando os acusadores, que alegou ter havido abusos por parte da maioria dos irmãos da ordem, concordou com os termos do acordo.
Em 2011, a ordem Christian Brothers entrou com pedido de proteção contra falência em resposta às alegações de abuso sexual.
“Negociações intensas durante os últimos três meses levaram a concessões dolorosas para chegar a esta solução mutuamente acordada. Este acordo permitirá a oportunidade de renovar nosso compromisso de levar o evangelho de Jesus”, disse o irmão Kevin Griffith, do Christian Brothers, em comunicado.
Ambos os lados observaram que o acordo estabelece salvaguardas para proteger as crianças de abuso no futuro.
Em abril, o Vaticano disse que o papa Francisco pediu que a Igreja Católica “agisse decisivamente” para acabar com o abuso sexual decrianças por padres e garantisse que seus autores fossem punidos.
cada dos anos 80, como alega vitimas. 
Uma ordem da Igreja Católica concordou em pagar 16,5 milhões de dólares para mais de 400 adultos que disseram ter sido abusados sexualmente quando crianças por líderes religiosos, anunciaram as partes nesta quinta-feira em declarações separadas.
As vítimas alegaram abuso em escolas e creches pertencentes aos grupos Christian Brothers e Christian Brothers da Irlanda em 17 Estados norte-americanos e no Canadá a partir de fim dos anos 1940 ou início dos anos 1950 até a década de 1980, disse James Stang, um advogado que representa os acusadores.
O acordo alcançado no tribunal de falências dos Estados Unidos também permite que as vítimas busquem mais ativos do Christian Brothers, como imóveis ou indenizações de seguros, disse Stang.
Uma comissão representando os acusadores, que alegou ter havido abusos por parte da maioria dos irmãos da ordem, concordou com os termos do acordo.
Em 2011, a ordem Christian Brothers entrou com pedido de proteção contra falência em resposta às alegações de abuso sexual.
“Negociações intensas durante os últimos três meses levaram a concessões dolorosas para chegar a esta solução mutuamente acordada. Este acordo permitirá a oportunidade de renovar nosso compromisso de levar o evangelho de Jesus”, disse o irmão Kevin Griffith, do Christian Brothers, em comunicado.
Ambos os lados observaram que o acordo estabelece salvaguardas para proteger as crianças de abuso no futuro.
Em abril, o Vaticano disse que o papa Francisco pediu que a Igreja Católica “agisse decisivamente” para acabar com o abuso sexual de crianças por padres e garantisse que seus autores fossem punidos.

Fonte: Inforgospel

Cristã eritreia revela como é participar de uma igreja subterrânea

Misgana vive na Eritreia, nação em que 45% da população é cristã, 10ª colocada na Classificação de países por perseguição. Ela compartilhou com representantes da Portas Abertas como é ter de adorar a Deus em segredo.
"Como você sabe, as nossas igrejas estão fechadas", diz ela (na Eritreia, todas as igrejas evangélicas estão fechadas desde uma lei em 2002. Mais de 2.800 cristãos estão na prisão, e seus familiares não têm notícias deles há meses e anos).

"Assim, somos obrigados a nos reunir no subsolo das casas. Alguns irmãos cedem seus lares voluntariamente para que possamos adorar a Deus. Nós prestamos culto ao Senhor em quartos e cozinhas abaixo do chão. O que sinto falta de quando éramos livres para exercer nossa fé em Cristo publicamente, é de poder cantar com alegria, em voz alta. Agora, só podemos sussurrar. Imagine o quão difícil é para nós! Queremos expressar nossa felicidade no Senhor, mas não podemos. Mesmo assim, ele ouve o nosso sussurro, ele está sempre conosco”, afirma Misgana.

Ela continua: “Nossos olhos estão fixos em Jesus, nada mais. Ore pelos cristãos na Eritreia, para que possamos adorar a Deus livremente algum dia, de alguma forma. Nós queremos dar glórias a ele em nossa cidade, nos reunir e nos alegrarmos nele. Essa é a minha oração. Ajude-me através da sua intercessão”.

Ser membro de uma igreja subterrânea ou participar de uma reunião cristã na Eritreia é um crime grave. Todos os dias, cristãos eritreus arriscam suas vidas, sob pena de serem presos, unicamente para dizer a Jesus o quanto eles o amam.

Fonte: Missão Portas Abertas

Guerrilhas colombianas unem forças contra cristãos de Arauca

A Portas Abertas na Colômbia foi informada que o ELN (Exército de Libertação Nacional) e as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) estão em conversações sobre a consolidação de uma força de guerrilha conjunta que vai se opor à Igreja na região de Arauca.
José*, um ex-combatente das Farc que veio a Cristo, contou à Portas Abertas que líderes da guerrilha em Arauca têm planos para fechar as igrejas na região. José está sendo discipulado por meio dos projetos da Portas Abertas de formação de ex-guerrilheiros.

O coordenador regional da Portas Abertas em Arauca informou que, em março, o ELN realizou reuniões em dois povoados, uma em Caño Negro e outra perto de Fortul. Entre os temas abordados, um foi a proibição de encontros e evangelismo em todas as aldeias cristãs. A construção ou a implantação de novas igrejas também está proibida. O ELN permite que igrejas funcionem apenas nas cidades. Além disso, impôs um toque de recolher às 20h, e todos os residentes, independentemente da sua condição econômica, foram obrigados a contribuir com parte de seus ganhos para a guerrilha.

Salvador*, um ex-combatente da ELN, que também tornou-se cristão, disse à Portas Abertas que algumas igrejas cederam à pressão dos guerrilheiros e estão pagando os impostos que são chamados de "vacinas". Pastores e líderes de igrejas, no entanto, permanecem em silêncio sobre o assunto por medo de serem acusados de serem infiltrados nas igrejas, que monitoram os sermões de declarações antirrevolucionárias. Os grupos armados ilegais estão pressionando as igrejas em um movimento destinado a impedir que membros da guerrilha se convertam ao cristianismo, abandonando, assim, a luta armada.

Salvador afirmou ainda que esses pastores são homens e mulheres cujas vidas estão enraizadas na Palavra de Deus. Alguns líderes cristãos disseram que preferiam morrer a dar seu dinheiro para financiar as atividades dos guerrilheiros.

Em março, os rebeldes realizaram uma reunião com a comunidade em uma aldeia para exigir que os cidadãos se organizassem para defender melhor o território e impedir que o inimigo (ou seja, o exército da Colômbia) parasse a "causa revolucionária". Grupos armados ilegais proíbem os cristãos de realizarem mobilizações em massa e reuniões em suas próprias aldeias. Os comandantes regionais do ELN alegam que as igrejas devem se organizar para apoiar os rebeldes; aqueles que se recusam devem deixar a região. Eles alertam que as igrejas que não obedecerem serão fechadas.
Abaixo, conheça a perseguição religiosa que as crianças cristãs sofrem na Colômbia:

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Militar decapitado por muçulmanos em ataque terrorista

Um militar terá sido morto à facada por dois homens esta quarta-feira à tarde em Woolwich, na zona sul de Londres. Testemunhas dizem que o homem foi decapitado. 

O Governo britânico admite a possibilidade de se tratar de um ataque terrorista, pelo que pediu uma reunião de emergência do gabinete responsável pela gestão de crises, conhecido como Cobra (Cabinet Office Briefing Rooms).

Armas e poças de sangue podem ser vistas ao longo da rua John Wilson, em Woolwich.

Segundo o Ministério da Defesa, o militar morreu após ter sido esfaqueado.

Algumas testemunhas dizem que o homem foi decapitado. De acordo com a BBC, os responsáveis pelo ataque gritavam 'Allahu Akbar' (Deus é Grande, em árabe) enquanto esfaqueavam a vítima.

Um vídeo divulgado pela 'ITV News', mostra um homem a segurar duas facas, com as mãos ensanguentadas, que profere: "Juro pelo Alá-todo-poderoso que nunca iremos parar de lutar contra vocês".

"A única razão que nos levou a matar este homem, é porque muçulmanos morrem diariamente. Este militar britânico é um olho por olho, dente por dente", continuou o suspeito.

"Aqueles tipos estavam doidos. Eram autênticos animais. Arrastaram-no [ao homem morto] do passeio e deixaram o corpo dele no meio da estrada", disse uma testemunha, identificada apenas como James, à rádio LBC.

A mesma testemunha disse que os atacantes – que aparentavam ter ambos cerca de 20 anos, tal como a vítima mortal – balançavam as armas (entre as quais várias armas brancas e uma pistola) e pediam que lhes tirassem fotografias, "como se quisessem aparecer na televisão".

Segundo o canal de televisão Sky News, as testemunhas asseguraram que o terror só terminou quando agentes armados chegaram ao local e, respondendo à resistência dos suspeitos do ataque, dispararam contra os dois homens. Neste momento, os indivíduos encontram-se no hospital com ferimentos de bala.
O comandante policial, Simon Letchford, disse os "dois homens foram alvejados pela polícia. Foram levados para hospitais diferentes em Londres, onde estão a receber tratamento".

Acrescentou ainda que iria haver uma presença policial reforçada na área e apelou aos residentes para que mantivessem a calma.

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, que devia pernoitar em Paris após um encontro com o presidente francês François Hollande, antecipou o regresso a Londres.

Jurista critica proposta de liberação do aborto até 12ª semana


Pontos polêmicos do projeto de reforma do Código Penal foram discutidos nesta terça-feira (21) na comissão especial de senadores criada para analisar a proposta formulada por uma comissão de juristas. Em audiência com o ex-procurador-geral da República Cláudio Fonteles e o professor da Universidade de São Paulo (USP) Hélcio Madeira, os senadores debateram diversos pontos do projeto, entre eles a proposta de liberação do aborto até a 12ª semana de gravidez.
Fonteles se posicionou contra a proposta de que o aborto não seja considerado crime se acontecer neste período e mediante atestado de médicos e psicólogos de que a gestante não tem condição de levar a gravidez adiante. No entanto, o ex-procurador-geral considerou mais adequado que sejam aplicadas penas alternativas para as mulheres que praticarem o aborto pela primeira vez. Ele acredita que, trabalhando pela sociedade, elas aprenderão mais sobre a valorização da vida e terão menos chances de reincidirem no crime.
Assim como Fonteles, Madeira também criticou o modelo de descriminalização do aborto que foi proposto pela comissão de juristas que formulou o anteprojeto do Código Penal. Na opinião dele, alguns pontos ficaram vagos e foram criadas tantas exceções que as hipóteses que configuram crime é que passaram a ser minoria.
A comissão especial que analisa a proposta de reforma do código manterá a rotina de audiências públicas até junho. Após o recesso legislativo o relatório final do senador Pedro Taques (PDT-MT) deverá ser apresentado e votado. Em seguida, o projeto deverá ser votado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado e pelo plenário da Casa antes de seguir para a Câmara. Uma comissão do Conselho Nacional do Ministério Público também foi instalada para fazer sugestões ao texto.

Fonte: Verdade Gospel